
Nada melhor do que colocar os pés para cima, ligar a TV, aumentar o som no máximo e curtir uma adrenalina com o melhor (e o pior também, claro) de Hollywood nos anos 80 e 90. As produções de Aventura – especialmente depois de Indiana Jones – ganharam uma roupagem que mudou a história do cinema, seja no dinamismo da narrativa ou nas sequências de tirar o fôlego.
Após analisar as suas respostas, acho que você gostaria de sentir fortes emoções hoje e, por isso, te recomendei alguns filmes para deixar o seu coração um pouco mais disparado e cheio de adrenalina.
Flash Gordon – Santo Cristo, o que estava acontecendo ali?
Eu fico impressionado é que o filme foi feito realmente para ser levado a sério, apesar de tudo não ser assim… bem… tão sério! A história é simples e adaptação de desenhos em quadrinhos – o Imperador Ming decide destruir a Terra e Flash Gordon vai lutar para salvar o nosso planeta do desastre e total destruição! Mas, meu pai.. o que foi acontecendo?
Se você nunca ouviu falar de Dr. Jones – então você não esteve neste planeta nos últimos 40 anos.
A verdade é que o primeiro filme da Franquia (e eu sempre achei que fosse o segundo) nem se chama “Indiana Jones”, manja? Acho que na época não imaginavam o quanto que o filme seria incrível, mesmo com roteiro de George Lucas e Direção de Spielberg.
O primeiro Conan a gente nunca esquece. Verdade seja, dita – o segundo também – mas isso é uma outra história.
Na primeira saga de Arnold como Conan, vemos o jovem Cimério começar sua jornada. Sua vila é destruída, seus pais mortos por um vilão – que emprestou sua voz a outro grande vilão de uma outra galáxia, muito muito distante – e sua escravidão se inicia.
Krull é um filme que, apesar de não ter se dado bem nas bilheterias, acaba sendo um dos maiores e melhores filmes do gênero, produzido nos 80tinha. O que eu simplesmente amo nos filmes 80tinha é a simplicidade do argumento base do roteiro, que neste caso é mais do que simples: O planeta Krull foi invadido por um grande mal e geral batalha para salvar o planeta, resgatar uma princesa e matar a Besta!
A história todo mundo sabe – Marty McFly viaja no tempo após seu amigo Doc Brown ser assassinado por extremistas líbios! Ele vai parar 30 anos no passado – 1955 – e lá encontra seus pais, seus rivais e uma forma de redenção! O que essa resenha não conta é o quão impactante este filme foi na cultura POP mundial – seja pela narrativa bem feita, os elementos certos de roteiro, o herói e o anti-herói, a história, o “espiar os pais quando eram novos” (uma coisa que eu acho que sempre funde a cuca da gente: imaginar nossos pais novos!).
Provavelmente o filme que mais me lembro de pirar quando passava na Sessão da Tarde!
Havia um quê de indefinido nele – era ação, aventura ou comédia? Aquelas gangues chinesas realmente existiam ou era só ficção? Numa época – como os anos 80 – em que tudo acontecia mesmo (na minha cidade, as “gangues” tinham até nome de bairros, se encontravam pra porradaria e – aparentemente – tinham até uma iniciação) tudo bem que poderia ser verdade.
Eddie Murphy estava no aquecimento total para se tornar uma super estrela e – ouso dizer – que este é um dos poucos filmes que ele não interpreta mais de um personagem. Ele é um detetive particular que começa a investigar um desaparecimento de uma criança desaparecida que está sendo perseguida por forças macabras e sinistras. E esse é o tom “Macabro” do filme, mas que cria uma atmosfera toda peculiar pros filmes do Eddie.
Bora lá – o filme não fez sucesso nos cinemas, teve pouco alcance mundial, mas marcou época. Hoje é cult e descolada a história de Eternia e Skeletor (Esqueleto) buscando vencer o bem, derrotanto a Feiticeira do Castelo de Grayskull para adquirir os poderes de lá e assim também derrotar He-Man, interpretado pelo então recém astro Dolph Lundgren.
O melhor Batman, na minha modesta opinião!
Filmaço de 89, mostra o coringa matando os pais de Bruce quando ainda era apenas uma criança – o que vai até de encontro com a versão de Nolan com o Coringa de Heath – e tem todo o delírio quase cartunesco e surreal de Burton na fotografia do filme – a casa, os cômodos, a cidade, os veículos e até a arma do Coringa usada no final.
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