
Poucas coisas são tão boas quanto a sensação de ligar um filme, apagar as luzes, sentar no sofá ou deitar na cama, sabendo que algo completamente sobrenatural ou assustador está prestes a acontecer. O medo, aliado às boas histórias, faz da experiência uma coisa extremamente marcante e impactante. E, se tem coisa que não falta em um bom filme de horror é impacto!
Após analisar as suas respostas, acho que você gostaria de sentir fortes emoções hoje e, por isso, te recomendei alguns filmes para deixar o seu coração um pouco mais disparado e cheio de adrenalina.
Se pensarmos que este filme tem mais de 40 anos, custou 300 mil dólares – podemos entender o impacto dele na história do cinema.
Produção simples, mas eficiente, fez o filme ser sério logo de cara. Nada de cenários escrotos, elenco duvidoso ou descaso com o filme. Ao que ele se propõe – é excelente – cria uma atmosfera de desconhecimento, surpresa, com um andamento muito bom, especialmente para a época, que costumava ter filmes muito lentos.
A trama é daquelas que dá aquele medinho na alma: um casal com um bebê acaba contratando uma babá para cuidar de seu filho – Jake – e ela rapidamente se torna parte da família.
O lance é que não dava pra ela ser da família, já que ela não é bem “humana” mesmo e descobre que algo beeeem errado tá acontecendo ali – Camilla (a babá) é uma criatura sadistica (e linda) que sacrifica crianças nenéns para uma árvore do mal.
Chamas da Morte é mais um filme pseudo-adolecente de sangue, morte, terror que se passa em um acampamento para jovens.
E cá entre nós, se eu fosse um pai nos EUA nos anos 70 e 80, eu NUNCA deixaria minha cria ira para um negócio desses – tá doido, pessoal é maluco e se mata demais.
Minha modesta opinião – filmes mais caros nem sempre são filmes melhores!
A continuação do filme – que, literalmente é a continuação da mesma noite do primeiro filme: Meyers continua sua busca incansável por sangue, continua tomando tiro e não morrendo, continua pegando fogo e não morrendo, continua morrendo e não morrendo!
Mais um clássico do finalzinho dos anos 90 que eu tive o prazer de assistir no cinema.
A história – e tenta viajar para um tempo em que não existiam smartphones, a Internet era discada e 80% das pessoas não tinham acesso a ela – é muito simples: três estudantes de cinema entram em uma mata que tem histórico sobrenatural com relatos de uma Bruxa há muitos anos atras.
Este é um dos filmes do Arnoldão que é um pouco “B” mas que eu curto bastante – especialmente por ele ser quase um anti-herói.
Arnold interpreta Jericho – um policial que brigou com Deus após ter sua esposa e filha assassinadas e, apesar de continuar na ativa, está longe e afastado do cara lá de cima.
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